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Diferenciais exclusivos que apenas nossos clientes possuem

Diferenciais exclusivos que apenas nossos clientes possuem

Um gestor industrial que deseja o melhor para o início dos seus processos sabe como é importante analisar com cautela as parcerias firmadas junto aos seus fornecedores, já que elas influenciam diretamente a qualidade final de seus produtos.

Além do prestígio que a destaca no cenário nacional e internacional, a Fimaco acumula uma série de diferenciais que a tornam a melhor escolha para os clientes que prezam por tradição, inovação e excelência nos seus equipamentos.

Descubra, a seguir, quais os fatores que a tornam uma excelente opção em seu mercado de atuação e quais os diferenciais exclusivos que seus clientes possuem!

Por que optar pela Fimaco?

Nós da Fimaco oferecemos soluções completas, integradas e inovadoras na transformação e no armazenamento de combustíveis e produtos em energia.

Com base em relações sólidas e sustentáveis com nossos clientes, exportamos soluções tecnológicas para diversos países da América Latina, que contribuem para a base de excelência que hoje nos posiciona como referência no setor.

Entre os princípios que norteiam as atividades e nos tornam destaque nos segmentos de tanques industriais, reciclagem animal, energia e biomassa, estão os valores de:

  • Integridade, que diz respeito ao compromisso contínuo de praticar um relacionamento positivo, honesto e confiável junto aos parceiros
  • Criatividade e inovação, que representam os desafios diários dos gestores em prol da manutenção da melhoria contínua
  • Responsabilidade, que demonstra o foco na excelência, meio para que a eficácia pessoal e de equipe tragam sempre os resultados esperados
  • Consciência, que destaca o comprometimento com os melhores padrões possíveis de qualidade e segurança, a fim de garantir um trabalho sempre livre de erros.

Com uma história que teve início em 1970 na cidade de Esperanza, Santa Fé, Argentina, mantemos o foco na qualidade e na responsabilidade com nossos parceiros, aliando sempre a tradição com o que há de mais inovador na área.

Reafirmando o compromisso com o público interno e externo, mantemos um severo padrão de melhoria contínua, desenvolvendo estratégias para a manutenção da cultura de qualidade que é refletida em nossos produtos.

Quais os diferenciais exclusivos que só nossos clientes possuem?

Colaboradores da Fimaco

Mais que o histórico e os compromissos que nos reafirmam como a melhor opção para o início dos seus processos industriais, ainda dispomos de alguns diferenciais exclusivos que nos tornam ainda mais vantajosos para nossos clientes!

Entre os diferenciais exclusivos que só os nossos clientes possuem, estão pontos como:

Integração entre o departamento comercial e de engenharia

Por meio de um padrão organizacional que integra as equipes de engenharia no mesmo ambiente em que a equipe comercial, nossos profissionais conseguem realizar um atendimento com foco integral nas demandas e necessidades de nossos clientes.

Dessa maneira, a execução de cada projeto é feita com os melhores níveis de inovação e qualidade possíveis, através de um atendimento alinhado com a execução e pautado no melhor padrão orçamentário, de assistência técnica e pós-venda.

De acordo com o consultor do Frigorífico Gessner, Murilo, ao optarem pela instalação de uma planta de reciclagem animal da Fimaco, um ponto diferencial notado foi a conexão entre os times de engenharia e vendas.

“Quero aproveitar para elogiar toda a parte comercial e de engenharia da Fimaco. […] Normalmente o comercial e as engenharias não são integradas, e na Fimaco não foi assim. A gente tem só a elogiar, tudo que foi tratado comercialmente está acontecendo também na parte de engenharia. ”

Acesso online a todo o projeto e aos testes antes da entrega

Ao contrário de outras empresas do mesmo ramo, que só permitem que os clientes atestem o padrão acordado no orçamento após a execução dos projetos, nós oferecemos acesso online a todas as etapas, bem como, aos testes padrões.

Isso permite que os próprios clientes possam verificar a qualidade das obras, tendo ainda mais tranquilidade em relação à entrega e liberdade para realizar eventuais adequações, em uma fase que elas sejam mais fáceis e menos onerosas.

Essa vantagem ainda elimina as barreiras físicas que eventualmente gastam o tempo e o dinheiro dos gestores que precisam se deslocar para conferir a execução dos projetos e os seus testes de qualidade, que assim podem ser conferidos online.

Como se não bastasse, isso ainda diminui os impasses burocráticos durante as conferências realizadas pelas equipes internas e gerenciais, que passam a ter uma fonte integrada e atualizada de informações em qualquer dispositivo móvel ou desktop.

Mais de 40 anos de experiência no mercado

Só uma empresa que já está há 4 décadas promovendo inovação e investindo no desenvolvimento de novas tecnologias é capaz de atingir um nível excepcional de qualidade nas soluções que entrega e de satisfação nas parcerias que firma.

Com seu comprometimento e expertise, a Fimaco rapidamente conquistou a posição de líder no mercado argentino, o que a alavancou em todo o cenário latino americano, onde coleciona cada vez mais parceiros e destaque nos países em que atua.

Quem investe nos tanques industriais, soluções de reciclagem animal ou energia e biomassa da empresa, acumula a excelência, além da certeza e da tranquilidade, de quem há 40 anos preserva parcerias de grande relevância e sucesso.

Entre os produtos desenvolvidos pela Fimaco ao longo de sua história, destacam-se soluções específicas para os segmentos:

  • De tanques industriais, que atendem às fases de produção, tratamento, transporte, refino e distribuição, além de inventários e reservas para indústrias químicas, cosméticas, alimentícias, farmacêuticas e petrolíferas
  • Plantas de reciclagem animal, que é indispensável para as indústrias alimentícias garantirem um melhor destino aos resíduos animais
  • Energia térmica, por meio de caldeiras, soluções de secagem, plantas inteiras de geração e pátios de biomassa, que incluem sistemas completos para recepção, processamento, classificação, manuseio e armazenagem de todo tipo de biomassa.

E você, precisa de alguns desses processos na sua indústria? Quer desfrutar dos diferenciais exclusivos que só a Fimaco tem? Então entre em contato agora mesmo com a nossa equipe e descubra a solução que mais se encaixa para sua empresa!

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Reciclagem animal movimenta cerca de R$ 7 bilhões em produtos

Reciclagem animal movimenta cerca de R$ 7 bilhões em produtos

Desconhecida por grande parte dos brasileiros, a indústria de reciclagem animal é uma gigante que movimenta em torno de R$ 7,9 bilhões no país todos os anos. 

Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Reciclagem Animal junto de outros números relevantes sobre a influência do setor.

A seguir, saiba mais sobre o alcance do mercado de reciclagem animal no Brasil, como é feita a sua regulamentação e qual a sua importância para a cadeia de produção da carne e para o meio ambiente.  

Qual o tamanho e a relevância do mercado brasileiro de reciclagem animal?

Quando falamos sobre reciclagem, é comum pensarmos imediatamente em itens como o plástico, alumínio, vidro, entre outros semelhantes. O que poucos sabem é que também existe toda uma cadeia de reaproveitamento dedicada aos restos animais utilizados nas indústrias alimentícias e frigoríficos.

Conforme mencionamos ao início do artigo, são quase R$ 8 bilhões movimentados todos os anos. São 12,4 milhões de toneladas de matéria crua processadas anualmente, responsáveis pela obtenção de mais de 5,3 milhões de toneladas de gorduras e farinhas.

Em relação a esses produtos, inclusive, o Brasil ocupa a 12ª posição entre os principais exportadores!

Os principais destinos são, respectivamente, Vietnã, Bangladesh e Chile, que juntos representam quase 70% de toda a gordura e farinha de origem animal exportadas. 86% dessas exportações são de farinhas de carne e ossos, que são utilizadas principalmente para a fabricação de rações para animais.

São mais de 55 mil empregos diretos gerados em território brasileiro por conta da reciclagem animal, que hoje é feita em 334 indústrias que se dedicam a ela.

Dessas, 233 se caracterizam por empresas associadas diretamente aos frigoríficos ou abatedouros para o reaproveitamento dos subprodutos. As outras 111, por sua vez, são empresas com atividades independentes.

Quais os principais produtos obtidos por meio desse processo?

Os principais produtos obtidos pela indústria através da reciclagem animal incluem incontáveis itens de uso recorrente entre a população, como fertilizantes, rações para animais, detergentes, sabonetes, cosméticos, pneus, biodiesel, entre outros.

As matérias-primas utilizadas para a sua obtenção são partes de animais não consumidas pelas pessoas, como penas, ossos, sangue, aparas, vísceras, etc.

Nos frigoríficos e abatedouros ou nas próprias indústrias independentes do setor, equipamentos especiais cozinham os resíduos e carcaças em temperaturas e tempos específicos, de acordo com o subproduto pretendido.

Os sebos e gorduras que resultam do processo geralmente são base para produtos nas indústrias de limpeza, cosmética, higiene e de combustíveis.

As proteínas pesadas, por sua vez, são processadas até que se tornem farinhas, que são utilizadas em rações para suínos, aves, peixes e pets por serem ricas em proteínas, fósforo e cálcio.

Como é feita a regulamentação do setor?

As matérias-primas mencionadas no item anterior precisam necessariamente ser obtidas em locais com a devida fiscalização dos órgãos públicos e sob rastreamento da origem ao seu destino.

O principal órgão regulamentador de empresas que manipulam e elaboram itens de origem vegetal e animal é a Diretoria de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal e Animal, que pertence à Secretaria de Agricultura.

Durante todos os processos de abate, um fiscal deve estar presente para realizar inspeção. Esse fiscal deve ser habilitado para a função e possuir formação em medicina veterinária.

Os subprodutos que posteriormente serão destinados à reciclagem animal precisam respeitar esse processo de fiscalização, em que as boas práticas são verificadas não apenas em relação à qualidade, mas também ao bem-estar animal.

O mesmo fiscal atua na inspeção ante mortem, em que as condições dos animais são checadas para garantir que não existam doenças ou lesões que impeçam ou alterem as condições de abate, e post mortem.

No segundo caso, são verificadas vísceras, carcaças e demais matérias-primas originárias do abate. É nessa fase que é determinado o que é descartado e o que pode ser reciclado.

Por que a reciclagem animal também é importante para o meio ambiente?

Indispensáveis na agroindústria, os processos de reciclagem animal são justamente aqueles que garantem a viabilidade e a sustentabilidade de toda a cadeia de produção de carnes.

A prática é totalmente sustentável e contribui para que bactérias e vírus que poderiam se proliferar em grandes volumes de descartes sejam controlados, evitando doenças.

Como se não bastasse, a reciclagem de penas, ossos, sangue e carcaças ainda contribui para a manutenção do meio ambiente que não receberá esses resíduos sólidos em seus ecossistemas.

Para se ter uma ideia, a quantidade de subprodutos obtidos dos abates e reciclados seriam suficientes para encher todo o estádio do Maracanã duas vezes ao ano!

É preciso levar em consideração também que a decomposição da carcaça de uma vaca é capaz de liberar, sozinha, uma média de 1,2 toneladas de gás carbônico na atmosfera – processo que é inexistente quando há a reciclagem.

Sendo assim, mais que evitar volumes indesejados de restos mortais de animais no ambiente e evitar a proliferação de patologias, a reciclagem animal também contribui para combater a ação do efeito estufa!

Como acertar na hora de investir nesse tipo de solução para sua indústria ou frigorífico?

Referência no mercado desde 1970, o Grupo FIMACO foi fundado na Argentina e hoje exporta soluções de alta tecnologia para diversos países latinos americanos.

Entre suas linhas de produtos, estão as plantas de reciclagem animal que efetuam o processamento de subprodutos de animais nas indústrias. Dentro deste segmento oferecemos modelos de plantas para o processamento de aves, sangue, bovinos, peixes, camarão, suínos, secagem de banana e suínos com pelos.

Os processos de reciclagem disponíveis são os úmidos, secos e em baixas temperaturas, por meio de equipamentos como aerocondensador, prensas, resfriadores, trituradores, secadores, hidrolizador, acuocondensador, entre outros.

Ficou interessado em nossas soluções? Quer o melhor padrão de atendimento, tecnologia e assistência para os seus processos de reciclagem animal? Entre em contato com a nossa equipe para tirar suas dúvidas ou solicite um orçamento clicando abaixo!Solicitar orçamento

O que é reciclagem animal?

O que é reciclagem animal?

O setor agropecuário tem crescido muito nos últimos anos e com ele a reciclagem animal. Esse crescimento aumenta também a geração de resíduos de abate animal, o que por sua vez amplia a cadeia de reciclagem animal.

Mas afinal, o que é reciclagem animal?  Podemos dizer que este processo é a transformação dos rejeitos de abatedouros em subprodutos. Através de um processo industrial, é a transformação de penas, ossos, sangue e outros rejeitos em novos materiais como farinhas, gorduras e outros itens.

Somente no ano de 2018, cerca de 12 milhões de toneladas de resíduos desse sistema foram reaproveitados segundo dados da Associação Brasileira de Reciclagem Animal- Abra. Destes, foram produzidos mais de três milhões de toneladas de farinhas e mais de um milhão de tonelada de gordura.

Apesar de uma atividade ainda pouco explorada, se comparada ao potencial de mercado, a reciclagem animal tem recebido um importante papel socioeconômico. Isso porque através de uma destinação correta e lucrativa de resíduos crus, tem se evitado impactos ambientais negativos. Além, de que os abatedouros tem a chance de aumentar sua receita através de novos subprodutos.

O mercado de reciclagem animal

Os subprodutos criados a partir da reciclagem animal tem contribuído para a melhoria da cadeia de produtos fabricados a base de farinhas e gorduras, por exemplo. Das 12 toneladas processadas no último ano, 96,5% atende ao mercado doméstico e 3,5% são exportados para Chile, Vietnã, Estados Unidos, África do Sul, Colômbia, Argentina, Bangladesh, Bolívia, Taiwan, Costa Rica e outros 42 países.

Além disso, o alto grau de segurança e qualidade desses produtos ampliam a busca por eles. Cerca de 90% das farinhas e gorduras produzidas passam por inspeção federal, um mecanismo que garante boas práticas de fabricação e sanidade.

planta de reciclagem animal

Quais os principais benefícios da reciclagem animal?

Um dos principais benefícios da reciclagem animal está relacionado a sustentabilidade. Os rejeitos orgânicos descartados pela agropecuária são ricos em carbono, nitrogênio e fósforo – nutrientes que em excesso contaminam o ambiente. Com a reciclagem, estas substâncias são transformadas em fonte de matéria prima segura para utilização em outras cadeias.

Mas, outros pontos servem de grande benefício as empresas que investem nesse processo. O cumprimento legal da Lei de Resíduos Sólidos é um desses benefícios.  A legislação é bastante rígida e investindo na reciclagem animal, além do empresário cumprir uma exigência ambiental, ainda amplia seu leque de produtos comercializados.

Resumindo:
  • É uma prática sustentável dentro da pecuária;
  • Fonte de nutrientes essenciais para a alimentação pet e de outros animais;
  • Conserva a saúde humana, visto que retira do ambiente gases nocivos;
  • Dá destinação correta a produtos antes não aproveitados.

Instruções Normativas

A atividade de reciclagem animal é regulamentada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Este criou algumas Instruções Normativas que estabelecem procedimentos obrigatórios a atividade.

Um deles é a esterilização da farinha de carne e osso, desde 2003, quando publicou a Instrução Normativa nº 15. Em maio de 2008, as normas foram atualizadas pela Instrução Normativa nº 34, que aprovou o novo Regulamento Técnico da Inspeção Higiênico-Sanitária e Tecnológica do Processamento de Resíduos Animais.

Os frigoríficos e graxarias independentes devem dispor dos equipamentos para esterilização indicados pelo Mapa. A OIE recomenda que as farinhas destinadas à alimentação animal sejam esterilizadas a 133ºC, 3 Bar de pressão, durante 20 minutos.

Por isso é fundamental saber como escolher um fornecedor adequado e saber como esse investimento pode ajudar a melhorar os resultados do seu negócio.

Neste conteúdo você pode tirar outras dúvidas: Como o investimento em uma planta de reciclagem animal pode gerar receita?

reciclagem animal e sustentabilidade
Destinação correta de resíduos sólidos: como sua empresa faz isso?

Destinação correta de resíduos sólidos: como sua empresa faz isso?

Em qualquer atividade produtiva, seja ela industrial ou não, garantir a destinação correta dos resíduos sólidos remanescentes é de suma importância para garantir mais sustentabilidade.

No Brasil, a Política Nacional de Resíduos Sólidos regulamenta essa questão, garantindo que o impacto das organizações sobre o meio ambiente seja mínimo e até estabelecendo medidas que aumentam os seus rendimentos!

A seguir, saiba mais sobre a importância dessa lei, suas principais exigências e como aplicá-la aos negócios que lidam com resíduos sólidos animais.

O que é a Política Nacional de Resíduos Sólidos e por que ela é indispensável para a destinação correta dos resíduos sólidos?

A Política Nacional de Resíduos Sólidos, ou apenas PNRS, refere-se à Lei nº 12.305/10, que traz uma série de instrumentos que visam reduzir e prevenir a redução de resíduos gerados pela atividade humana.

Enquadram-se na norma qualquer fabricante, distribuidor, comerciante, importador, cidadão e titular de serviço de manejo de resíduos urbanos na Logística Reversa de itens pós-consumo.

O principal objetivo da PNRS é minimizar os problemas sociais, ambientais e até econômicos ligados à destinação incorreta de resíduos sólidos, nos níveis municipal, metropolitano, intermunicipal, microrregional, estadual e nacional.

Além de impor que a iniciativa privada elabore seus próprios Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, a lei ainda cria metas para eliminar lixões e amplia a inclusão de catadores de materiais recicláveis nos processos de coleta seletiva e logística reversa.

Considerada extremamente atual e de suma importância para a manutenção de nossos recursos, a Política Nacional de Resíduos Sólidos ainda alinha o Brasil às principais tendências e padrões dos principais países desenvolvidos de todo o mundo.

Quais as principais exigências da PNRS?

Frigoríficos e abatedouros também precisam estar atentos a legislação.

Para garantir que os resíduos sólidos tenham a destinação mais adequada possível, a PNRS estabelece algumas regras para diferentes tipos de organizações.

Aquele que não cumprir as exigências previstas estará sujeito às sanções da Lei de Crimes Ambientais, que incluem detenção, reclusão e multas que variam entre R$ 500,00 e R$ 2 milhões.

Entre os principais itens abordados na norma, destacamos três pontos principais:

Gerencie os resíduos sólidos por ordem de prioridade

A PNRS é clara quanto a prioridade daquilo o que exige, afinal, toda uma cadeia de sustentabilidade pode ser comprometida caso não siga uma lógica coerente de aplicação.

Não basta que determinada empresa estabeleça um projeto complexo de reciclagem, por exemplo, caso não dê a mínima atenção para a redução dos resíduos sólidos que gera. É preciso que essas questões estejam em equilíbrio!

Sendo assim, de maneira breve, a ordem seguida deve ser a seguinte: prioritariamente, devem ser adotadas medidas possíveis para a não geração de resíduos. Só após isso que devem ser planejados e desenvolvidos os meios para a sua redução.

Posteriormente, podem ser avaliados os possíveis meios de reutilização dos resíduos sólidos para que, caso não seja possível, sejam ponderados os meios de reciclagem.

Se essas práticas não forem possíveis, ou ainda se existirem resíduos advindos delas, são estabelecidos os meios de tratamento, para que o impacto ambiental no descarte seja o mínimo possível.

Por fim, seguindo a ordem prioritária da PNRS, é considerada a disposição final, que deve ser feita em um ambiente seguro, de acordo com as características do resíduo em questão.

Desenvolva um sistema de logística reversa

Um dos impactos mais marcantes da Política Nacional de Resíduos Sólidos para as empresas é obrigação do desenvolvimento de um sistema próprio de logística reversa.

Nesse sentido, a legislação inclusive cita alguns setores específicos, responsáveis por maiores danos provocados por seus resíduos sólidos no ambiente, como é o caso de frigoríficos e abatedouros de animais.

Além de prever a destinação adequada de seus resíduos, as empresas devem viabilizar o seu processo de coleta e redistribuição para reaproveitamento, seja ele interno ou por meio de outros ciclos produtivos.

Tenha um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

Outro ponto importantíssimo da Lei nº 12.305/10, e que não pode ser ignorado por nenhuma empresa que gera, trata ou transporta resíduos sólidos, é a elaboração de um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.

Além de demonstrar todos os meios e padrões organizacionais adotados para garantir o destino ambientalmente correto aos resíduos, o instrumento ainda deve ser disponibilizado anualmente ao município, ao SISNAMA e às demais autoridades competentes.

O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos deve conter a descrição da organização ou atividade em questão, um diagnóstico dos resíduos que gera e dados sobre os responsáveis por cada etapa de seu gerenciamento.

Além disso, o documento deve descrever os procedimentos operacionais sobre o gerenciamento dos resíduos sólidos, plano de contingência, além de metas e procedimentos para sua minimização.

Por fim, as ações relacionadas à responsabilidade compartilhada do ciclo de vida dos produtos também devem ser descritas, assim como revisões periódicas devem ser feitas com prazo de validade da licença de operação.

Como aplicar essa política aos resíduos animais?

Considerando que o Brasil é um dos maiores produtores mundiais de proteína animal, e que quanto maior é a produção, maior é o seu volume de resíduos sólidos, aplicar medidas para uma reciclagem efetiva no segmento é indispensável!

Para que os resíduos gerados nesse tipo de atividade não provoquem impactos ambientais e ainda gerem mais renda aos empreendedores, é aplicada uma planta de rendering.

Ela diz respeito ao processo que separa componentes de gordura, água e proteína para gerar subprodutos de valor comercial, como farinha de sangue, sebo ou farinha de vísceras.

O principal objetivo é garantir novos produtos que sejam estáveis, livres de doenças e com valor agregado. Para isso, a planta de rendering necessita de equipamentos de alta tecnologia e rendimento para a reciclagem dos resíduos sólidos coletados.

Alta produtividade, baixo consumo energético e o máximo rendimento dos subprotudos são indispensáveis para uma planta de rendering, que por sua vez garante o pleno alinhamento do segmento de produção de proteína animal à PNRS.

Quer mais tecnologia para reaproveitar os resíduos sólidos da sua empresa? A Fimaco é referência em plantas de Reciclagem Animal para aves, bovinos, sangue, suínos, peixes, camarões e secagem de bananas! Entre em contato conosco e saiba mais.

Quais subprodutos são resultado da reciclagem animal?

Quais subprodutos são resultado da reciclagem animal?

A reciclagem animal é uma atividade primordial para a sustentabilidade do setor de produção de carnes, uma vez que evita que diversos subprodutos sejam destinados ao ambiente de maneira inapropriada e ainda gera itens indispensáveis para as mais diversas finalidades no mercado.

Para se ter uma ideia da importância dessa prática, dos 12,6 milhões de toneladas de carne de frango produzidas no Brasil, 71,9 milhões de cabeças são descartadas! Se levarmos em consideração que o segmento abateu aproximadamente 42,07 milhões de bovinos, 37,1 milhões de suínos, 3,2 milhões de ovinos e caprinos e ainda industrializou aproximadamente 338 mil toneladas de peixes e pescados, fica clara a importância do reaproveitamento de determinados itens frente aos danos e desperdícios que podem ser gerados a partir desse grande volume!

A seguir, descubra quais são os produtos gerados a partir da reciclagem animal, bemsuas principais aplicações e benefícios.

Conheça os tipos de farinha produzidos na reciclagem animal

Diferentes categorias de produtos podem ser obtidas a partir da reciclagem animal. A maioria deles são farinhas. Confira:

Farinha de sangue

Obtida a partir da secagem de sangue animal cozida, essa farinha de sangue é um produto triturado em pós composto por células vermelhas e livre de agentes contaminantes.

Seu principal uso é na fabricação de rações para animais como aves, suínos, peixes, crustáceos e pets, por garantir um paladar mais atrativo. É restrita para ruminantes.

Entre suas principais vantagens, destacam-se:

  • Segurança, pois é isento de fatores antinutricionais ou alergênicos;
  • Nutrição, uma vez que é rico em aminoácidos essenciais;
  • Custos reduzidos para a formulação de rações.

Farinha de vísceras de aves

farinha de sangue animal

É obtido a partir do cozimento de matéria-prima originária do abate de aves, que inclui vísceras, partes cárneas, pés, cabeças e demais órgãos. É semi desengordurado e não inclui penas ou sangue removido durante a sangria do animal.

Também é proibido na dieta de ruminantes, sendo utilizado como ingrediente para rações de suínos, aves, crustáceos, peixes e pets.

Seus principais benefícios são:

  • Segurança, pois é isento de fatores antinutricionais ou alergênicos;
  • Nutrição, uma vez que é rico em aminoácidos essenciais, como Fósforo e Cálcio;
  • Custos reduzidos para a formulação de rações.

Farinha de penas hidrolisadas

É feita a partir da hidrólise das penas obtidas no abate de aves. Trata-se também de um produto triturado, em pó, utilizado para a formulação de rações para animais não ruminantes.

Suas vantagens incluem:

  • Segurança, pois é isento de fatores antinutricionais ou alergênicos;
  • Nutrição, uma vez que é rico em aminoácidos essenciais, como Fósforo e Cálcio;
  • Custos reduzidos para a formulação de rações.

Farinha de peixes

Feita a partir do desengorduramento parcial e secagem por meio de processo térmico de peixes e determinadas partes dos animais, a farinha de peixes é empregada para a fabricação de rações de animais como cães, peixes, gatos e camarões.

Confira os seus benefícios:

  • Segurança, pois é isento de fatores antinutricionais ou alergênicos;
  • Nutrição, uma vez que é rico em aminoácidos essenciais, como Fósforo e Cálcio, e óleos essenciais poli-insaturados;
  • Custos reduzidos para a formulação de rações.

Farinha de carne e ossos bovinos

Feita principalmente a partir de cárneos, aparas, ossos e vísceras, a farinha de carne e ossos bovinos é um produto triturado, em pó, semi desengordurado. Também é empregada para a elaboração de rações para não ruminantes e tratata-se de uma excelente alternativa para fontes inorgânicas de fósforo e cálcio.

As suas vantagens também incluem:

  • Segurança, pois é isento de fatores antinutricionais ou alergênicos;
  • Ótimos níveis proteicos;
  • Minerais de alta disponibilidade;
  • Melhor palatabilidade na dieta dos animais;
  • Custos reduzidos para a formulação de rações.

Farinha de carne e ossos suína

Trata-se também de um produto semi desengordurado, em pó, resultante do cozimento de partes cárneas, vísceras e ossos, porém de origem suína. Por ser mais econômica e palatável, é também uma ótima alternativa para fontes inorgânicas de Cálcio e Fósforo.

Entre seus benefícios, destacam-se:

  • Segurança, pois é isento de fatores antinutricionais ou alergênicos;
  • Melhor palatabilidade na dieta dos animais;
  • Custos reduzidos para a formulação de rações;
  • Rico em aminoácidos essenciais. 

Descubra quais são as gorduras geradas por meio desse processo

Agora que você já conhece quais são os principais tipos de farinha gerados a partir da reciclagem animal, confira, a seguir, quais são os óleos obtidos a partir dessa importante prática:

Sebo bovino

Obtido ao mesmo tempo em que a farinha de carne e osso bovino, o sebo é gerado por meio da separação da fração sólida através de processos de prensagem e percolação.

Sua aplicação é ampla e inclui a formulação de rações para monogástricos, fabricação de vernizes, lubrificantes e itens farmacêuticos, uso na indústria química, de higiene e limpeza, além da produção de Biodisel, por ser uma fonte de gordura sustentável e econômica.

Seus benefícios são:

  • Excelente fonte de nutrientes;
  • Ótima palatabilidade para rações;
  • Segurança e isenção de fatores antinutricionais;
  • Redução do custo de formulação de rações.

Óleo de vísceras de aves

Feito simultaneamente à obtenção da farinha de vísceras de aves, o óleo é construído pela fração gordurosa de vísceras, partes cárneas, pés e cabeças de aves.

sebo animal

Seu inclui a fabricação de biodiesel, fonte calórica em caldeiras, além da própria fabricação de rações para não ruminantes.

Suas vantagens são semelhantes ao do sebo bovino:

  • Excelente fonte de nutrientes;
  • Ótima palatabilidade para rações;
  • Segurança e isenção de fatores antinutricionais;
  • Redução do custo de formulação de rações.

Graxa Suína

Separado da fração sólida por meio de percolação e prensagem durante a fabricação da farinha de carne e osso suína, a graxa suína é empregada na formulação de rações para monogástricos e, assim como os exemplos anteriores, também pode ser empregada para a produção de biodiesel.

Assim como os exemplos anteriores, seus benefícios são:

  • Excelente fonte de nutrientes;
  • Ótima palatabilidade para rações;
  • Segurança e isenção de fatores antinutricionais;
  • Redução do custo de formulação de rações.

Óleo de Peixe

Feito durante o processo de fabricação da farinha de peixes, o óleo de peixe é obtido por meio da separação da fração sólida através de processos de prensagem. Seu uso principal é como suplemento nutricional na alimentação de pets. É vetado na dieta de ruminantes.

Suas vantagens incluem:

  • Fonte rica de óleos poli-insaturados, como ômega 3 e 6, e em vitaminas D e B12, que beneficiam a saúde dos ossos, visão e fortalece o sistema imunológico;
  • Ótima palatabilidade para rações;
  • Segurança e isenção de fatores antinutricionais;
  • Redução do custo de formulação de rações.

Saiba quais são os diferentes tipos de pós obtidos na reciclagem animal

Por fim, três tipos de pós também podem ser obtidos por meio do processo de reciclagem animal. Saiba mais sobre cada um deles:

Gelatina

É gerada através da hidrólise parcial do colágeno presente em matérias-primas como couro e ossos de bovinos, além de pele de porco.

Seu uso é indispensável nas indústrias alimentícia, farmacêutica, de alimentação animal e até em aplicações técnicas, por possuir excelentes funcionalidades espumantes, gelificantes, estabilizantes, aderentes, emulsificantes e clarificantes.

Entre seus diversos benefícios, destacam-se:

  • Livre de colesterol e gordura;
  • Conta com 9 dos 10 aminoácidos essenciais para o organismo;
  • É uma excelente fonte de colágeno, que ajuda na formação óssea e de massa muscular, reforça os tendões e ligamentos, mantém a hidratação da pele e combate a flacidez;
  • É um ingrediente não-alergênico e de origem natural;
  • Trata-se de uma proteína pura e completamente digerível.

Plasma em Pó

É um ótimo absorvente de líquidos, que é misturável em água ou capaz de se transformar em um gel termoirreversível após processamento térmico.

É utilizado na dieta em fases críticas do desenvolvimento de animais, como no início da vida de frangos e galinhas, no desmame de cães, gatos e leitões, ou ainda na dieta juvenil de peixes e camarões, graças aos benefícios que incluem:

  • Teores elevados de proteínas naturais de alta digestibilidade;
  • Alta concentração de imunoglobulinas;
  • Ajuda na saúde do sistema digestivo;
  • Conta com excelente patabilidade;
  • Seguro e isento de fatores antinutricionais;
  • Fonte de aminoácidos como imunoglobulina e albumina.

Hemoglobina em Pó

Misturável em água, a hemoglobina em pó é utilizada nas dietas de animais como cães, gatos, peixes, camarões, leitões e porcas lactantes. Suas vantagens são inúmeras e incluem:

  • Ótima fonte de aminoácidos funcionais, que auxiliam o sistema digestivo;
  • Seguro e isento de fatores antinutricionais;
  • Fonte proteica de alta digestibilidade;
  • Altos níveis de aminoácidos essenciais;
  • Excelente palatabilizante;
  • Grandes concentrações de ferro.

E você, fazia ideia que tantos produtos importantes podiam ser obtidos a partir da reciclagem animal? Ficou curioso para saber ainda mais sobre o assunto? Então não perca os próximos artigos do blog!

planta de reciclagem animal
Quais leis ambientais a instalação de uma planta de reciclagem animal cumpre?

Quais leis ambientais a instalação de uma planta de reciclagem animal cumpre?

A destinação correta dos subprodutos gerados com o processamento de animais é fundamental, principalmente devido às leis ambientais.

Não existem ainda muitas leis relacionadas a reciclagem animal, mas sabemos que é um caminho que aos poucos vem sendo trilhado. Isso especialmente devido à preocupação com o meio ambiente e ao fato de que é possível gerar receita com o processamento dos subprodutos.

Nesse sentido, hoje queremos falar um pouco sobre quais leis ambientais uma planta de reciclagem animal precisa atender para ser utilizada no processamento dos subprodutos de granjas, matadouros, frigoríficos e supermercados. Continue a leitura!

Leis ambientais: Política Nacional de Resíduos Sólidos

A Lei nº 12.305 de 2 de agosto de 2010, instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e alterou a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.

Conforme informações do site do Ministério do Meio Ambiente, ela […] é bastante atual e contém instrumentos importantes para permitir o avanço necessário ao País no enfrentamento dos principais problemas ambientais, sociais e econômicos decorrentes do manejo inadequado dos resíduos sólidos.

Ela prevê a prevenção e a redução na geração de resíduos, tendo como proposta a prática de hábitos de consumo sustentável e um conjunto de instrumentos para propiciar o aumento da reciclagem e da reutilização dos resíduos sólidos (aquilo que tem valor econômico e pode ser reciclado ou reaproveitado) e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos (aquilo que não pode ser reciclado ou reutilizado).

Ao procurar por um fornecedor de planta de reciclagem animal, você pode questioná-lo e até mesmo buscar saber se ele está de acordo com essa Lei.

Ela compreende todos os tipos de resíduos sólidos, mas também deve ser considerada na análise das plantas e nos processos de transformação dos subprodutos de animais.

Instrução Normativa nº 34, de 28 de maio de 2008

A Instrução Normativa nº 34, de 28 de maio de 2008, […]  define os procedimentos básicos para fabricação de farinhas e produtos gordurosos destinados à alimentação animal e, a critério da Secretaria de Defesa Agropecuária, de outros produtos derivados, para os estabelecimentos que processam resíduos animais não comestíveis.

[…] Aplica-­se aos estabelecimentos que processam resíduos animais, englobando as etapas do processo de produção, quais sejam: colheita, recepção dos resíduos animais, processamento, controle da qualidade, embalagem, armazenamento, destinação e transporte.

Esta Lei não fala detalhadamente sobre as especificidades da fabricação de uma planta de reciclagem animal, mas apresenta os aspectos gerais do ambiente e dos processos para a fabricação de produtos através do processamento de subprodutos.

Leis ambientais Municipais, Estaduais e Federais

Além da Instrução Normativa e da Lei que mencionamos acima, a planta precisa estar de acordo com algumas leis ambientais Municipais, Estaduais e Federais.

Cada um deles vai demandar o cumprimento de exigências específicas ou não para que a planta de reciclagem animal esteja dentro do ideal para o processamento dos subprodutos de origem animal.

É importante que você também procure obter essas informações, pois quando tiver interesse em adquirir uma planta, saberá que é necessário atender os quesitos nestes três níveis.

E então?

Você viu que falamos sobre a Lei nº 12.305 de 2 de agosto de 2010 e a Instrução Normativa nº 34 de 28 de maio de 2008. Como já pontuamos, a Lei trata de todas as áreas e segmentos que lidam com os diversos tipos de resíduos sólidos, não sendo focada apenas a este mercado.

Contudo, avaliar se o fornecedor de planta de reciclagem animal atende os requisitos gerais dispostos nela é fundamental, pois ela pode ser considerada a base quanto a estes processos.

A Instrução Normativa aprova o Regulamento Técnico da Inspeção Higiênico Sanitária e Tecnológica do Processamento de Resíduos de Animais. E ainda, apresenta instruções quanto as instalações, equipamentos e utensílios, higiene, estabelecimento, pessoas, sobre o processo produtivo e tecnológico entre outros.

Não nos aprofundamos no assunto pois se tornaria muito complexo abordar todas as questões relacionadas a uma planta de reciclagem animal, visto que cada cidade e estado pode trabalhar com critérios próprios a serem atendidos.

Entender sobre esta Lei e a Instrução Normativa é o começo para compreender sobre as leis ambientais referentes aos processos e equipamentos que envolvem a reciclagem animal e para fazer uma escolha mais assertiva quanto ao fornecedor.

Se você ficou com alguma dúvida sobre o assunto, entre em contato conosco! Se desejar, faça download do nosso e-book e entenda mais sobre a relação da reciclagem animal com a sustentabilidade!